.Março 2005

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.posts recentes

. Parabéns a Você...Hoje é ...

. Um Homem também Chora...

. Ele anda por aí

. Arte Popular ou nem por i...

. 17 anos depois...

. E começou a Campanha...

. "Não Exite!!!!"

. Sondagem pós-debate

. Anda cá ao pai!

. Boatos...

.links

.arquivos

. Março 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

. Dezembro 2004

. Novembro 2004

. Outubro 2004

. Agosto 2004

. Julho 2004

. Junho 2004

. Maio 2004

. Abril 2004

. Março 2004

blogs SAPO

.subscrever feeds

Quinta-feira, 9 de Dezembro de 2004

Monserrate - A Viagem Começa...

A viagem a Monserrate foi feita ao final da tarde...uma luz fantástica e misteriosa de final de tarde de inverno...os pés gelados, as mãos geladas...

Começamos então a fazer o percurso pedonal tal como é indicado no folheto que nos foi entregue na bilheteira...passando o portão principal, iniciamos o nosso caminho logo pela esquerda...

O caminho é sinuoso e o piso, por vezes, irregular. Convém levar calçado desportivo e roupa confortável. A primeira paragem faz-se frente a um arco composto pela sobreposição de pedras arredondadas, muito grandes e com um ar muito pouco sólido – mas é só o ar.

ARCO DE VATHEK

    


Chama-se Arco de Vathek, e foi assim baptizado por William Beckford, um milionário escritor inglês que terá vivido cerca de oito anos em Monserrate, os últimos anos do século XVIII. Vathek era o título de um dos seus romances mais famosos, e o arco terá sido a entrada principal de Monserrate antes de a propriedade ser murada.

A essa altura, olhando em frente, de forma misteriosa, começamos a avistar o Palácio...



CASCATA

    


A cascata que se lhe segue também é da responsabilidade do escritor, que construiu represas artificiais para garantir a constância da queda de água, e voltaremos a encontrar marca sua no final do percurso pelo parque, no falso cromeleque que mandou erigir.

Depois de Beckford, Monserrate passou por mais de meio século de abandono. Lord Byron deu conta disso, aquando da sua passagem por Sintra, em 1809:

Aqui moraste, e aqui sonhaste ser feliz, Vendo ao longe a montanha: a beleza imutável. Agora, este local parece amaldiçoado: Teu palácio está só como tu próprio és só. (Childe Harold’s Pilgrimage, 1809).

A Viagem Continua...

Filipe
publicado por Phil às 16:38
link do post | comentar | favorito
|
1 comentário:
De Anónimo a 9 de Dezembro de 2004 às 20:30
Este local é um dos que mais gosto de visitar, está para além das palavras a forma como me sinto ao entrar naquele jardim ou aproximar-me do palácio. Tenho pena que actualmente a entrada seja paga, outrora fui visitante regular.Jorge
(http://sonhosurbanos.blogs.sapo.pt)
(mailto:thesandman@sapo.pt)

Comentar post