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Terça-feira, 26 de Outubro de 2004

O que andamos a escolher?

Será que por vezes não têm a sensação que passamos o dia a fazer as opções menos adequadas, e optamos por aquelas que nos causam menos conflitos?


Quase como o nosso PR, tudo em nome da estabilidade.


Deve ser por isso que se prolongam relações amorosas onde o Amor já não existe, ou porque insistimos em continuar a falar com o suposto amigo que nos lixa a vida sempre que pode ou porque não mudamos de profissão apesar de a que temos nos meter nojo.


Devemos ir muito longe assim, que vida é que estamos a construir então?


Texto: Jorge Amorim

publicado por Phil às 22:45
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11 comentários:
De Anónimo a 27 de Outubro de 2004 às 14:44
P/ pauxana: Este medo de mudar é algo que parece enraizado na nossa cultura, felizmente algumas formas de viver modernas contrariam isto. Actualmente já recebemos slogans que dizem para aprendermos a vida inteira e em termos profissionais somos aconselhados a fazer coisas muito diferentes (ou seja a ideia de um emprego para a vida já se foi), claro que isto tb tem a parte negativa, o afectar a dita estabilidade.Jorge
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(mailto:thesandman@sapo.pt)
De Anónimo a 27 de Outubro de 2004 às 14:38
P/ Andreia: Perante as condições que temos devemos arranjar forma de viver "à nossa maneira", concordo ctg. BeijosJorge
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De Anónimo a 27 de Outubro de 2004 às 14:34
P/ Filipe: Bem a questão do teclado é bem pertinente, para quem não sabe lixei o teclado a jogar um jogo do DragonBall Z. Acho que o objectivo final de cada membro da espécie humana é a realização e só a alcançaremos se formos capaz de arriscar. Logo, concordo que vale a pena arriscar... mesmo sabendo que podemos perder o que já estava garantido (mas tb se esse garantido não nos interessa...). AbraçoJorge
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(mailto:thesandman@sapo.pt)
De Anónimo a 27 de Outubro de 2004 às 11:49
Nos dias de hoje a estabilidade tem um peso muito grande. É isso que todos queremos adquirir, a partir de certo momento. E depois acomodamo-nos, agarramo-nos àquilo que temos, por muito errado que isso seja para nós. Em parte, este comportamento tb se justifica pelo medo que todos temos de ficar sós e de um momento vermos o nosso mundo, ainda que frágil, ruir. Acrescente-se ainda os conselhos dos outros: estás muito bem assim, não deves arriscar, tens muita sorte em ter o que tens... e por tudo isto às vezes é difícil mudar.pauxana
(http://dasletras.blogs.sapo.pt)
(mailto:pauxana@sapo.pt)
De Anónimo a 27 de Outubro de 2004 às 11:28
De facto às vezes somos quase que "obrigados" a aturar certo tipo de situações... quando não nos resta muita alternativa. Infelizmente, temos de pensar nas restrições q a nossa vida apresenta... e encontrar soluções para essas restrições... mas nunca baixar os braços :) beijinhosAndreia
</a>
(mailto:andreiapatriciasousa@hotmail.com)
De Anónimo a 27 de Outubro de 2004 às 09:17
Chamo a isso a incerteza da incerteza...o não saber se tomar finalmente uma decisão, qual será a real consequência dessa decisão...acabamos por nos resignar...e manter aquilo que já é considerado como dado adquirido e garantido...
Eu posso dizer que era assim...mas achei que não valia a pena...e penso...porque não arriscar...dizer o que sinto realmente...avançar sem receios...afinal a busca do Homem é a busca da felicidade...Filipe
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(mailto:fbarreto@netcabo.pt)
De Anónimo a 27 de Outubro de 2004 às 09:04
Agora, algo completamente diferente... Jorge...MUDA DE TECLADO!!!Filipe
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De Anónimo a 27 de Outubro de 2004 às 08:28
P/ pinguim: olha que não sabes tudo o que cou dizer... ;) podemos ser nós a "dar gás" mas o contexto em que vivemos também pode estimular à inércia, o nosso temperamento tb influencia, assim como aforma como avaliamos os nossos projectos futuros (quais os beneficios? Quais os custos?). :) BjoJorge
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De Anónimo a 26 de Outubro de 2004 às 23:46
A inércia faz c/ q mts vezes acabemos presos nessa falta de opções :S:S:S Sim sei q vais dizer q cabe a nós darmos gás à engrenagem, mas... Jkspinguim
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De Anónimo a 26 de Outubro de 2004 às 23:33
P/ Mara: concordo que a maioria age assim, podemos é pensar que se calhar tb n sabem funcionar de outra forma. Cabe a cada um de nós recusar ou não esses padrões de comportamento. BeijosJorge
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