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Segunda-feira, 24 de Maio de 2004

Viva a monarquia!!

Hoje, quando fazia zapping, parei na SIC para ouvir o fadista João Ferreira Rosa(na imagem), quando este fazia uma análise fantástica do que é um país com regime monárquico.
E de facto, eu senti que devia fazer uma análise semelhante aqui no blog, e partir definitivamente o gelo, relativamente à questão monárquica.
Vamos à análise da situação espanhola e mais concretamente ao casamento do último sábado.
Muitos espanhóis criticaram o casamento, pois o custo associado ao mesmo não fazia sentido e era um exagero. (Concordo!) No entanto, reparem no retorno financeiro. Só a publicidade gratuita feita, à familia real, a Madrid e a Espanha. E direitos televisivos? É só fazer contas...
E já reparam que as mais fortes e poderosas economias mundiais são monárquias?
Só alguns exemplos: Japão, Suécia, Reino Unido, Espanha, entre outros...
Razão para que isto aconteça?? Digamos que o Rei não será um obstáculo ao Governo, ou melhor, não terá partido político e portanto não será um travão à democracia.
Fico à espera da vossa opinião...



Abraço
Filipe
publicado por Phil às 00:26
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8 comentários:
De Anónimo a 27 de Maio de 2004 às 00:02
Eu!!!
Eu... Sou Eu.
Eu é que sou o Rei.
Anda ai outro fadista, que não este, a dizer que ele é que é o Rei, mas se eu lhe ponho as mãos em cima...
Ao outro de Moscavide, o dos Frangos, já lhe tratei da saúde... Agora quero ver se aparece outro Zé-Caralho a dizer que é Rei...Mikhail Durdirov
(http://republica-mauri-bunda.blogspot.com)
(mailto:mikhail.durdirov@sapo.pt)
De Anónimo a 26 de Maio de 2004 às 23:52
P/Jorge: avisar-te antes!? Não faltava mais nada. TU serias o primeiro herege que eu perseguiria! Vê lá, não te portes bem não :)Rui
(http://devaneiosdecaim.blogspot.com)
(mailto:rui_garrido@yahoo.co.uk)
De Anónimo a 26 de Maio de 2004 às 23:49
P/Filipe: bom, penso que não percebeste o meu ponto de vista. Quando digo que quero ter o direito de decidir sobre a figura máxima do Estado, refiro-me a uma decisão *de 5 em 5 anos*, não de dinastia em dinastia ! Quanto à questão da imparcialidade, é mais que óbvio que ela existirá sempre, tenhamos presidente ou rei; qualquer uma das figuras é antes de mais um ser humano, com preferências ideológicas, políticas, ou ainda passível de manipulação ou até, em caso extremo, de corrupção. Por isso, o que está aqui em questão é qual o sistema que nos garante maior fiabilidade; aí escolho sem qualquer dúvida um sistema eleitoral, que me dê a hipótese de periodicamente escolher quem considero mais apto para o cargo; e não, repito, a estar preso por heranças de sangue que por alguma misteriosa razão me dizem que X, só porque é um tipo que nasceu da família Y é um fulano adequado para estar à frente de um país! Quanto à própria dinâmica de umas eleições, do dinheiro dispendido, dos boys, etc, há apenas um comentário que faço: ainda bem! Significa que por enquanto temos um sistema minimamente democrático, ao contrário da larga maioria do planeta. E significa que por muitos defeitos que tenha (como é o caso dos boys e de muito mais) há a possibilidade concreta de o melhorar continuamente. E isso pode começar por cada um de nós, e não por aquela figura imaginária de ombros largos que é o Estado.
Em relação à questão dos países que apontei como exemplos, vou por partes. SUIÇA: não vejo em como qualquer um dos aspectos que indicaste possa beliscar o facto de a Suiça ser de facto uma excelente economia; não está na UE por sua própria decisão e subsiste melhor que muitos países da comunidade, o que é admirável; e quanto a ser neutra na 2ªGuerra, não vejo o que é que isso tem a ver com a questão. Olha, a Suécia, que é um dos países que indicaste no post fez a mesmíssima coisa...
FINLÂNDIA: quem ler a tua resposta fica a pensar que nas monarquias o dinheiro cresce no chão por geração espontânea, e que o sucesso de um país nunca passará pela sua inteligência política... É mais que natural que a Finlândia aproveite a sua situação geopolítica para fazer crescer a economia !, estranho seria se acontecesse o inverso. No entanto esta vantagem é relativamente recente, uma vez que só se dá com a queda da cortina de ferro, que é relativamente recente... Mas não é isso que aqui se discute; o que se discute é se os países têm sucesso económico ou não, independentemente de serem monarquias ou repúblicas. Pois bem, a Finlândia tem-no.
ALEMANHA e FRANÇA: neste momento *dominam* a Europa comunitária, e quando esta começar a dar os frutos da expansão para Leste, estes dois países estarão na linha da frente para usufruir dos dividendos.
EUA: mais uma vez, o dinheiro não cresce do nada. Os EUA têm uma gestão eficiente e é *apenas* isso que interessa para este assunto. Quer se concorde moralmente com ela, ou não. Quanto ao sistema eleitoral dos EUA, é isso mesmo, o sistema eleitoral dos EUA. É o modo como as coisas estão definidas, e à luz da lei estas presidenciais foram válidas. Os mais aptos a julgarem o sistema são os cidadãos americanos, e são só eles que têm a capacidade de alterar as coisas.
PAÍSES DE LESTE: ao contrário de ti, eu não tenho quaisquer dúvidas que estes países têm *tudo* a beneficiar da entrada na UE. Têm localizações comercialmente invejáveis e os fundos estruturais europeus, para além da entrada num mercado comum, vão ser o que faltava para estes países evoluírem para o nível actual da Europa comunitária. Se calhar não chegarão ao nível dos gigantes mundiais mas relembro-te que não é isso que se pede nesta discussão; o que se pede é que construam boas economias, *sem monarquia*, e que é o que estão a fazer. Quanto à má situação de Portugal, não se deve à sua pertença na UE, mas sim ao uso desastroso dos fundos comunitários em jobs; subsídios para aplicar em jipes, vivendas e offshores; e claro, os paradigmáticos estádios. Para além disso, Portugal tem a oportunidade de se tornar uma forte ponte de ligação comercial entre Europa e América e parece insistir em perder terreno para Espanha e Irlanda...
Mudando de assunto: em relação às eleições europeias, é claro que vou votar porque senão era contra-senso estar aqui a advogar a democracia. E quanto ao teu "Mais perguntas?" final, lamento dizer-te que no meu comentário ao qual respondeste não te fiz qualquer pergunta, a não ser um simpático "tudo bem?". Pergunto-me se era a isso que te referias.Rui
(http://devaneiosdecaim.blogspot.com)
(mailto:rui_garrido@yahoo.co.uk)
De Anónimo a 26 de Maio de 2004 às 01:05
P/ Filipe: Gostei da resposta, espero responder-te ponto por ponto assim que tiver oportunidade. Até lá fica com esta resposta: no dia 13 de Junho lá estarei. AbraçoJorge
(http://sonhosurbanos.blogs.sapo.pt)
(mailto:thesandman@sapo.pt)
De Anónimo a 26 de Maio de 2004 às 00:46
Para Rui Garrido:

Relativamente à escolha, a opção pela monarquia passaria sempre pelo referendo, logo a escolha passaria num primeira instância pelo povo.

Relativamente ao ser entrave ou não à democracia, está directamente relacionada como facto de o Rei ser a figura mais independente que possa existir, pois não tem relações partidárias, que normalmente podem ser parciais. Um presidente, de facto, é eleito pelo povo, mas será sempre alguém relacionado com determinado partido político. Logo, na minha opinião, a "figura consciente e justa no seu julgamento" difícilmente existirá, pois falamos de políticos, uma figura em estado de desgraça nos dias que correm...

Podemos ainda pegar na logística e custos gastos de 5 em 5 anos para realizar eleições. Na minha opinião, são gastos desnecessários, para campanha eleitoral, o acto em si, mais os "boys" que tentam entrar para a máquina presidencial, para ganhar o que outros deixam de ganhar. Depois da eleição realizada, ainda teremos os analistas políticos, no dia seguinte, a fazer a análise da percentagem da abstensão, que aumenta de eleição para eleição...e já pergunto ao Jorge e ao Rui Garrido(e a todos que quiserem responder)...Se vocês vão votar normalmente e já se sabem a data das eleições europeias?

Relativamente às nações que o Rui indicou...serão talvez maus exemplos, provavelmente não anda muito atento...a saber:

Suiça - É um país que tomou uma posição neutra na 2ª Guerra Mundial e foi sempre um depositário da riqueza europeia, Nazis incluidos, tomando a actual posição de não-membro da UE, não tendo portanto que seguir normas económicas europeias.



Finlândia - É um país rodeado de países económicamente fortes, que por acaso são quase na sua totalidade monarquias, será isso um forte factor de trocas comerciais muito benéficas para a Finlândia?



Alemanha/França - Já repararam na taxa de desemprego e na derrapagem do déficit?



EUA - Estamos neste caso a falar de um Estado Federal e de uma máquina de guerra. Só o orçamento de guerra, será talvez superior ao Orçamento de Estado Português. E tem uma economia que fortaleceu ao longo dos tempos, o suficiente para passar e ultrapassar algumas crises económicas sem grande ondas.

Recordo ainda aqui que a maioria dos americanos escolheu Al Gore (Dem.) para Presidente, mas por causa do sistema eleitoral americano, foi G.W.Bush o escolhido. Foi justo não foi?



Para finalizar, as novas economias ex-urss e ex-jugoslávia, estão em ascensão, mas difícilmente chegarão aos gigantes do mundo. E se entrarem para o UE, mais difícil ainda, basta olharmos para a situação Portuguesa.



Mais perguntas?Filipe
(http://partirgelo.blogs.sapo.pt)
(mailto:fbarreto@netcabo.pt)
De Anónimo a 26 de Maio de 2004 às 00:09
P/ Rui Garrido: Concordo ctg, mas aqui entre nós se fores rei nesta monarquia avisa-me para eu sair daqui (hehe)... claro que isto não acontece pq o único rei que haverá se isto (Pt) for 1 monarquia serei eu. AbraçoJorge
(http://sonhosurbanos.blogs.sapo.pt)
(mailto:thesandman@sapo.pt)
De Anónimo a 25 de Maio de 2004 às 02:05
Olá Filipe! Tudo bem? Sobre o tema do post: tenho um ponto de vista diferente. Prefiro ter o direito de eleger um Presidente que me represente, que estar sob a alçada de um Rei que só o é por capricho de linhagem de sangue, sem requerer quaisquer méritos humanos ou governativos que o justifiquem. Penso que um Presidente, só por si, não é de modo algum um entrave para a saúde da República. Antes pelo contrário, pode ser até um dos garantes dessa saúde, desde que seja uma figura consciente e justa no seu julgamento. Quanto às principais economias do mundo serem monárquicas...existem muitos casos que contradizem essa afirmação: EUA, Suiça, Finlândia, Alemanha, França, só para citar alguns....e acrescento toda uma miríade de países que, sem monarquia, estão a ter uma ascensão económica vertiginosa, como é o caso da Irlanda ou de várias repúblicas da ex-URSS (Eslovénia, Croácia, Rep. Checa, Estónia,....)
Resumindo e concluindo, para mim monarquia em Portugal é só se eu fôr o Rei, e mesmo assim é melhor não, que eu não sou de fiar :)
Abraço,
RuiRui Garrido
(http://devaneiosdecaim.blogspot.com)
(mailto:rui_garrido@yahoo.co.uk)
De Anónimo a 24 de Maio de 2004 às 00:30
Acho q já nos chega a trupe dasrevistas cor-de-rosa. + pavões p/ sustentar n obrigada.Pinguim
(http://pinguim.blogs.sapo.pt/)
(mailto:blog_pinguim@sapo.pt)

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